Espaço BasketCoimbra está de volta!

Dois anos depois está de volta o Espaço BasketCoimbra.
Embora havendo alterações de última hora, pois, vou continuar a assumir o cargo de Director Desportivo da equipa sénior masculina da AAC, vou tentar manter este Espaço actualizado.
Nele pretendo continuar a divulgar a actividade desenvolvida nesta nossa modalidade. Especial atenção à vida dos nossos clubes, os quais me elegeram seu Delegado na Federação Portuguesa de Basquetebol.
Num momento particularmente conturbado que o Basquetebol atravessa, mais do que nunca, um espaço virado só para a modalidade torna-se necessário.
Publicarei artigos de opinião, desde que devidamente assinados pelos seus autores e que se identifiquem com os princípios deste espaço.
Para tal devem remeter os textos para camg@mail.telepac.pt..
Vamo-nos vendo por aí... e por aqui.
Abraço.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Facturas não contabilizadas de mais de 6 milhões de euros no Instituto do Desporto

O ministro dos Assuntos Parlamentares, que tutela o Desporto, anunciou esta tarde que, nos últimos dois dias, descobriu facturas não contabilizadas no Instituto do Desporto de Portugal no valor de 6 milhões e 780 mil euros. O caso será averiguado pelo Tribunal de Contas e Ministério Público.

Em apenas cinco minutos e na sua primeira intervenção na Comissão de Educação, Ciência e Cultura (a sua presença tinha sido requerida pelo PS), Miguel Relvas admitiu ter ficado “surpreendido” por ter descoberto “nas últimas 48 horas” que o Instituto do Desporto de Portugal (IDP) não contabilizou um vasto conjunto de facturas desde 2004.

“São facturas que não existem na transição de pastas, nem na contabilidade. Só em 2010 são 45 facturas e, em 2011, 625 facturas. Não é normal, nem aceitável que um instituto público tenha facturas não contabilizadas no valor de 6 milhões e 780 mil euros”, explicou.

Relvas anunciou ainda que “a receita que estava consignada” ao IDP e oriunda da Santa Casa da Misericórdia – dois milhões de euros – não serviu para “cumprir os objectivos assumidos”.

O ministro lamentou que as dívidas do IDP “que não estão contabilizadas e que vêm desde 2004” tenham de vir a ser assumidas pelo Governo. E questionou: “Como é que é possível chegar a esta situação quando existem entidades de fiscalização?”, acrescentando que “a matéria será investigada pelo Tribunal de Contas e pelo Ministério Público”.

Miguel Relvas disse ainda que pediu para que fosse averiguada a possibilidade de existir uma duplicação de facturas, mas o resultado foi negativo."
(in Público Online)