Espaço BasketCoimbra está de volta!
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
GINÁSIO SÓ COM PORTUGUESES NA LIGA PORTUGUESA DE BASQUETEBOL
BASE MIGUEL BARROCA NA ACADÉMICA
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
ALCINO QUARESMA DEU UMA ENTREVISTA AO PLANETA BASKET
Se há pessoas que não se centram nos problemas, mas na sua resolução o Alcindo Quaresma responsável pelo basquetebol do Lousanense é uma delas.
Estivemos recentemente na Lousã a convite da Câmara Municipal para acompanhar a Minifesta 10 e assitir ao desafio do município para as Conversas com Cristina Viegas e San Payo Araújo,com os adultos intervenientes neste novo evento do universo do minibásquete. Ciente, que não existem actividades a nível nacional, exclusivamente para o escalão de Mini-10, o Alcindo Quaresma decidiu organizar um evento de âmbito nacional destinado ao escalão de Mini-10. Pelo que pudemos observar podemos afirmar que nasceu no mini mais um novo evento de qualidade. Venha conhecer um evento que decorreu de forma excelente e que tem todas as condições e pernas para no futuro se transformar num momento de referência para os clubes, que pretendem dar ao seu escalão de Mini-10 uma experiência de grande valor
Caro Alcindo como surgiu a ideia de fazer este evento?
A ideia de fazer este evento surgiu através de outra actividade, a Festa de encerramento do minibasquete da A.B Coimbra, que levamos a efeito durante meia dúzia de anos Como em 2010 havia outra autarquia interessada em organizar essa festa foi-nos proposto, pela DTR. Isabel Lemos, o desafio de podermos criar um evento de cariz nacional para os minis 10,dado não haver nada no género. Aceitámos e mantendo as mesmas parcerias ,AB.C. C. M da Lousã fizemos o lançamento da MiniFesta10. Nesse ano tivemos pouca adesão e acabamos por não conseguir equipas suficientes. Este ano voltámos a tentar e conseguimos dar o 2º passo para que este evento se tenha tornado uma realidade e possa crescer.
Quais foram os clubes que estiveram presentes e qual foi a sua reacção?
Estiveram presentes 9 clubes, 5 deles de outras regiões e Associações: Tortosendo, Alfenense, Coimbrões, Oliveirense e Valongo. Juntámos a estas a nossa equipa e mais 2 do nosso distrito a Académica e o Infante de Montemor. Pensamos que a reacção das equipas presentes, na sua maioria, foi boa atendendo a que foram vários os que nos deram os parabéns pela organização.
Pelo que soubemos os clubes presentes manifestaram a vontade de voltar e depois do que vimos acreditamos que este é um evento que reúne todas as condições para crescer, qual será a vossa capacidade máxima, caso mais clubes queiram participar?
A nossa capacidade para acolher mais equipas, atendendo às diferentes condições e possibilidades de alojamento (Pousada; ACM e outros) e também ao facto de algumas poderem ser do distrito, poderá ir facilmente até ás 20 equipas.
Estes eventos tem custos elevados, qual é o contributo que os clubes participantes tem de suportar e quais são as condições oferecidas?
É evidente que um evento como este, num fim-de-semana com um determinado número de equipas, acarreta custos elevados. O que tentámos fazer foi oferecer uma actividade interessante com condições de realização razoáveis e a preços convidativos, quer de alojamento quer de alimentação. Aos clubes foi pedido um preço perfeitamente simbólico mas que no seu todo contribuiu para minimizar os encargos. Claro que só podemos fazer desta forma atendendo ao apoio da autarquia, de um patrocinador e ao nosso próprio investimento.
Nestas idades para além de jogarem é fundamental dar às crianças outras actividades, quais foram as actividades deste ano e qual foi a sua aceitação?
Tentámos, como fazíamos na outra organização para atletas de minibasquete, não reduzir a participação unicamente aos possíveis jogos que cada equipa pudesse fazer. Assim no segundo dia, domingo de manhã, levamos a efeito uma actividade lúdica a que chamamos "Minigeocaching"(aproveitando os conhecimentos e disponibilidade de um amigo, Zé Gaspar, que desde sempre connosco colaborou nestas propostas mais "radicais".) No fundo esta actividade foi uma espécie de caça ao tesouro ou "peddy papper"só que em vez de um mapa os MiniAtletas tinham um aparelho de GPS com as coordenadas dos diferentes trajectos.
Fizemos este "jogo" aproveitando e dando a conhecer um dos locais mais bonitos da Lousã, p conjunto das ermidas de N. Sra. da Piedade; Castelo Medieval e Piscinas Naturais. Local de enorme beleza que depois serviu de cenário ao almoço de todas as comitivas e seus acompanhantes. Houve até muitos atletas e adultos que aproveitaram para se banharem nestas cristalinas mas gélidas águas da ribeira de S. João.
Passando agora para temas mais gerais como está neste momento o basquetebol na Lousã?
O basquetebol na Lousã não está no seu melhor mas vai continuando a remar contra a maré e procurando avaliar o que se vai fazendo e o que se poderá fazer para ter mais impacto nesta nossa vila, recheada de modalidades desportivas mas que ao mesmo tempo sofre dos mesmos problemas de outros locais e do próprio país: baixa percentagem de jovens praticantes e outras solicitações que não lhes deixam espaço nem vontade para se comprometerem com um determinado desporto. Para compor o ramalhete o "nosso " Basquetebol nem sempre está virado para onde deveria estar, a fazer os investimentos onde seria preciso e para fechar são poucas ou nenhumas as referências, o(a)s atletas, (tirando sopro de ar fresco chamado Ticha Penicheiro) para os nossos jovens.
Para quem anda há tanto tempo neste universo como surgiu o gosto pela modalidade e como encara o desenvolvimento do minibásquete no distrito de Coimbra e no país?
O gosto pela modalidade apareceu, como acontece com tantos outros, através de um amigo que me "desviou" para estas andanças quando ,nos inícios dos anos oitenta,frequentava as aulas de desporto dadas por um professor, Chaleira Damas, que depois foi o grande impulsionador e que veio a dar bastante relevância á modalidade no concelho e mais ainda deixando em, vários de nós ,a semente para a continuidade do Basquetebol.
O minibásquete do Distrito de Coimbra tem, acompanhando o resto do país, vindo a ganhar um espaço e uma importâcia fundamentais. Sem querer ser injusto com ninguém é algo que funciona bem, comparando com o resto, e onde os clubes, parece-me que estão todos virados para o mesmo objectivo e menos para outros....onde interessam apenas os "resultados". No minibásquete da AB de Coimbra existe uma perspectiva comum a muita gente, que o essencial é levar à melhoria, quer quantitativa quer qualitativa do basquetebol do distrito.
Em termos do basquetebol, diga-nos uma pergunta que gostaria que lhe fizessem e resposta daria?
Pergunta?- Como aparece a "paixão" pelo Basket em cada um de nós? Resposta: Não sei como aparece mas sei como se sente...
Finalmente dê-nos a sua opinião sobre o Planeta Basket?
O Planeta Basket foi e continua a ser uma lufada de ar fresco que aconteceu e acontece. Uma brisa leve que se foi espalhando por todos os cantos e recantos, tornando-se um vendaval de informações e emoções, dentro desta nossa casa que é o basquetebol. Bem hajam todos que para tal contribuem.
Noberto Alves disse não à hipótese de treinar fora do país

COIMBRA DISSE PRESENTE E PORTUGAL GANHOU

Juízes de Basquetebol perplexos com actual postura da FPB
Um número significativo de juízes de basquetebol reuniram-se, na passada sexta-feira, simultaneamente em Lisboa e Aveiro e foi unânime a perplexidade de todos perante as medidas apresentadas pela FPB e apoiadas, segundo a mesma, pelos clubes, as quais visam, mais uma vez, apontar os juízes como o bode expiatório e os responsáveis pela má gestão financeira destas entidades.
Desde a época de 2008/09, apesar do incremento de jogos nacionais, os custos de arbitragem sofreram uma redução líquida global de 6,3%, o que em termos reais representam uma redução de mais de 10% por cada jogo. No entanto, devido à redução das comparticipações do Estado em cerca de 15%, a FPB entende que os juízes devem encaixar uma redução real de 25% nos custos de arbitragem - apesar dos prémios de jogo não serem revisto desde há 4 épocas (2007/08) e dos custos de transporte terem sofrido um incremento de 40%.
Mais ainda, o último pagamento aos juízes refere-se aos jogos realizados até Fevereiro de 2011, agravado ainda mais pelo novo e penalizador enquadramento fiscal, implicando que muitos juízes já tenham liquidado o IVA de recibos emitidos e ainda não cobrados. E ainda é preciso contabilizar que as deslocações para os jogos são pagas pelos juízes, que estes estão obrigados pelo Conselho de Arbitragem a frequentarem ações de formação mensais em várias zonas do país as suas expensas, que têm de pagar o seu equipamento e seguro desportivo e ainda custeiam chamadas telefónicas e SMS a que são obrigados pelos regulamentos em vigor, faz com que os orçamentos familiares de cada juiz disposto para a arbitragem seja esticado ao máximo.
Em face desta gravosa situação, há o risco de degradar as competições oficiais com a proposta de reduzir o número regulamentar de juízes da Liga e na Proliga, exigir o pagamento de uma elevada taxa de inscrição sem a qual não podem exercer a sua atividade - uma situação discriminatória e que, enquanto prestadores de serviços em contínua situação de crédito por vários meses, nem sequer seria ético considerá-la - e, como se não bastasse, a suspensão de policiamento em várias competições, o que comporta um risco acrescido para os juízes. A resposta a isto? Cortes de custos exagerados e desproporcionais, eliminação de juízes com o risco de degradar a competição, pagamentos tardios, entre outros.
É ultrajante para os juízes, que são quem garante o desportivismo e o cumprimento das regras, serem tratados com total desrespeito e considerados como um custo dispensável. A titulo informativo para os menos atentos: os juízes de basquetebol frequentam formações periódicas, realizam testes teóricos e físicos, são observados e classificados mais de uma dezena de vezes por época, devem estar na localidade onde se realiza o jogo pelo menos 2 horas antes do mesmo, devem apresentar-se no pavilhão com 75 minutos de antecedência, encontram-se sobre elevada tensão e pressão externa durante este período e as 2 horas que dura um jogo e aufere um prémio de jogo - mesmo nas elevadas competições - inferior a muitos auxiliares de limpeza, com todo o respeito pela função destes.
Os juízes não pretendem sequer ponderar sobre estas medidas enquanto não virem os protocolos assinados com a FPB cumpridos, principalmente no que toca ao prazo de pagamento do serviço prestado. De qualquer forma, os juízes já contribuem há 5 anos para a redução dos custos de arbitragem e, até à data, enquanto agentes responsáveis pelo cumprimento das regras, têm cumprido religiosamente as suas obrigações: inscrições, exames médicos, presença nas ações de formação e pagamento dos prémios de seguros. No entanto, ninguém pode obrigar os juízes a atuar sem que os seus direitos sejam reservados e sem que lhe seja dado o devido respeito pela função honrosa que, a prejuízo do seu descanso e das suas famílias, exercem aos fins de semana durante 10 meses.
A Direção
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Académica prepara nova época.
Segundo Mário Castro, presidente da Secção de Basquetebol, Tiago Pinto, Daniel Caluíco e Francisco Destino não continuarão em Coimbra.
O início dos treinos está marcado para o dia 1 de Setembro.
Entrevista de Michelle Brandão (Olivais) ao basketp.com
O Verão de 2011 começou com o sucesso da Selecção Nacional de Sub20 Femininos. O conjunto luso garantiu a subida à Divisão A do referido escalão e teve na base Michelle Brandão um dos grandes destaques individuais. A atleta do MR Group Olivais Coimbra viu os seus desempenhos serem reconhecidos com a eleição para o 5 Ideal do Europeu.
No entanto, não foi só neste Verão que Michelle deu nas vistas. Apesar de ainda só ter 20 anos de idade, esta jovem jogadora já compete na Liga Feminina há alguns anos, e já sabe o que é sagrar-se Campeã Nacional no escalão máximo do basquetebol feminino português, bem como vencer a Taça de Portugal e a Supertaça. Além disso, também tem participado nas campanhas europeias do Olivais e era uma das integrantes da equipa conimbricense que conseguiu o histórico apuramento para os Oitavos-de-final da EuroCup Women. Além disso, as suas qualidades aliadas ao seu trabalho e dedicação já fizeram dela Internacional pela principal Selecção Nacional.
Outros voos, ainda mais ambiciosos, poderão estar a surgir no caminho de Michelle Brandão. Mas enquanto a nova época não começa, conheça um pouco mais de uma das atletas em destaque no emergente basquetebol feminino português.
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Pensas que o facto de teres sido escolhida para o 5 Ideal do Europeu poderá ser mais um ponto de mudança na tua carreira?
Sinceramente não sei. O facto de ter sido escolhida para o 5 ideal é uma valorização de todo o meu trabalho realizado ao longo destes anos. Tal pode abrir algumas portas para o futuro mas essas coisas não dependem só de prémios individuais, uma vez que têm subjacente outros factores que nao controlamos.
Em dois anos, és a terceira portuguesa a ser escolhida para o 5 Ideal de um Campeonato da Europa (Maria João e Inês Viana no ano passado). Em dois anos, Portugal esteve em três Meias-finais e este ano em Sub20 subiram à Divisão A. São precisas mais provas de que o basket feminino está a crescer em Portugal?
Definitivamente eu acho que não. Está à vista de todos esse progresso, e eu sinto-me previligiada por poder fazer parte disso. Acredito que no estrangeiro as outras selecções nos comecem a respeitar mais e que em Portugal o basquetebol feminino comece a ser cada vez mais valorizado. Temos que continuar a trabalhar bastante para que esse crescimento continue.
Das 12 jogadoras da Selecção de Sub20, 10 jogaram na Liga este ano, a Filipa Bernardeco jogou numa das equipas que subiram à Liga, e a Sara Oliveira nos EUA. Sentes que a experiência competitiva que ganham ao jogar nas competições de seniores ajuda a que estejam melhor preparadas para estes Campeonatos da Europa?
Sim, eu senti que foi uma mais valia para mim e acho que para as minha colegas também. Foi importante não apenas o facto de fazer parte de uma equipa da Liga mas sim poder contribuir para o jogo, que é um factor importante para o nosso desenvolvimento como jogadoras.
Também acho que a participação nas competições Europeias (no total éramos 6), é uma experiencia importante para o nosso crescimento . É por isso um grande desafio pois nestes jogos estamos perante das melhores equipas da europa com jogadoras experientes e com qualidade o que nos obriga a estar o nosso melhor nivel para conseguirmos competir.
Continuando a falar da Liga Feminina: consideras que esta é a competição ideal para continuares a evoluir nos próximos anos, ou a curto prazo gostarias de seguir para campeonatos no estrangeiro que sejam mais competitivos?
A Liga Feminia foi e é uma competição importante para o crescimento de uma jogadora portuguesa jovem. No entanto, temos por objectivo um dia jogar no estrangeiro. Eu tenho o mesmo sentimento. Se esta é a minha proxima etapa ainda não sei.
A Ticha Penicheiro é uma das grandes referências do desporto português e este ano tiveste a oportunidade de jogar contra ela. Como foi jogar contra uma das melhores bases do Mundo?
Jogar contra jogadoras da qualidade da Ticha é sempre um privileégio, não tivesse ela sido recentemente eleita uma das 15 melhores jogadoras de todos os tempos da WNBA. Dá-nos motivação para trabalharmos ainda mais para podermos concretizar os nosso objectivos.
Este ano jogaste nas competições europeias de clubes e de selecções (Sub20 e Seniores). Na tua opinião, em que aspectos do jogo sentiste maiores diferenças para o basket praticado na nossa Liga?
As grandes diferenças que se destacam entre a nossa Liga e as equipas estrangeiras são, sem dúvida, a diferença de estatura do plantel adversário e o ritmo de jogo que nos impõem ser bastante mais elevado.
Voltando um pouco atrás no tempo, que balanço fazes da tua passagem pelos Centros de Treino da FPB?
A minha passagem pelos Centro de Treino da FBP, começou no CNT Calvão, quando era Sub16. Pude partilhar os treinos com as melhores do país da minha geração, o que me possibilitou melhorar muito o meu jogo a todos os níveis. Para além disso, ao aceitar o desafio de ir para o CNT fez-me assumir mais responsabilidades, fazendo-me crescer bastante a nível pessoal. Portanto, tal revelou-se como sendo um momento importante no meu desenvolvimento e crescimento como pessoa e jogadora de basquete, ao mesmo tempo que foi um momento de viragem nos meus objectivos como jogadora.
Considero, pela minha experiência, que os centros de treino são um aspecto essencial, sempre aliado a um bom trabalho nos clubes, ao bom desenvolvimento de um jogador e do basquetebol em si, revelando-se fundamentais para o sucesso das selecções.
Foi mais difícil ir para o CNT Calvão quando ainda eras Sub16, ou sair da ED Limiana para o Olivais Coimbra aos 17 anos?
Essas foram duas situações um pouco diferentes. Quando era Sub16 tudo era novo. Nunca tinha vivido fora de casa, e ir para o CNT significaria partilhar 5 dias da semana com 11 pessoas totalmente desconhecidas (até então), ter hábitos diferentes, ir para uma nova escola e tudo isto longe do ambiente a que estava habituada. Confesso que no inicio a adaptação não foi muito fácil, mas com o passar do tempo fui-me identificando com toda a vida do CNT, à medida que fui conhecendo melhor as minhas colegas, com quem construi grandes as amizades e, por isso, toda essa vivência se veio a revelar muito positiva.
A minha saída da ED Limiana para o Olivais Coimbra, apesar de nesta altura já estar habituada a viver longe de casa, teve uma “pequena”, grande, diferença: o facto de poder ter de estar um mês sem ver a minha família ao fim-de-semana. Para além disso, no Olivais Coimbra iria estar numa equipa com jogadoras mais velhas e não tinha aquele “conforto” de ter colegas da minha idade, como acontecia nos Centros de Treino. Passei, também, por uma situação inicial de adaptação um pouco difícil, mas o facto de ser muito bem recebida pelas minhas colegas e directores que acompanham a equipa, ajudou a uma melhor integração. Também esta decisão que tomei e desafio se tem demonstranto muito interessante a todos os níveis.
Nos Sub20 está o Miguel Maria, nas Sub20 estavas tu. Em Sub16 foste Campeã Nacional com a ED Limiana. Acreditas que deve ser dada mais atenção aos jogadores das Associações consideradas mais pequenas, ou estes casos de sucesso são esporádicos?
Eu acho que se deve dar a mesma atenção a todas associações. É normal que nas associacões maiores apareçam mais jogadoras com qualidade,porque nessas zonas há mais praticantes, logo há maior probabilidade de isso acontecer. Portanto, não é que nas associações pequenas se trabalhe pior do que nas outras. Eu acredito, por isso, que a diferença seja mais a um nível quantititativo.
Já venceste a Liga Feminina, a Taça de Portugal, Supertaça, integraste a primeira equipa portuguesa a passar aos oitavos de final da Eurocup, ajudaste a subir a Selecção Sub20 à Divisão A, foste escolhida para o 5 Ideal, já tiveste as tuas primeiras internacionalizações pela principal Selecção. Quais os próximos objectivos a alcançar?
O meu desejo é que isto não pare por aqui. Quero continuar a contribuir com o melhor para a equipa em que estiver, por forma a conquistar mais prémios colectivos. Isto sem nunca esquecer, a importância do desenvolvimento de um bom trabalho ao nível do basquete, para que eu possa continuar a crescer como jogadora, algo que dou muito valor. Para além disso, como já disse anteriormente, tenho como objectivo jogar no estrangeiro, tentando sempre chegar o mais longe possível na competição em que me encontrar. (Texto e fotos retirado de basketpt.com)
AS TAXAS que a FPB impôs aos Clubes
NOVO REGULAMENTO DE INSCRIÇÕES E TRANSFERÊNCIAS


